Entenda o Ebola e ore para que o vírus não se espalhe

Entenda o Ebola e ore para que o vírus não se espalhe

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Caso suspeito de Ebola no centro de emprego em Berlim Os agentes da polícia usando máscaras ficar na frente de um escritório de emprego em Berlim, Alemanha, 19 de agosto de 2014 A mulher da África foi tratado por médicos de emergência, porque ela era suspeito de ter Ebola. O paciente apresentou sintomas da doença vírus Ebola como febre alta, disse um porta-voz da brigada de incêndio. A mulher foi isolado em uma ambulância, em primeira e vai ser levado para um hospital especial para novo exame médico. Os visitantes do centro de emprego, a princípio não tem permissão para sair do prédio. Foto: MAURIZIO GAMBARINI / DPA
Caso suspeito de Ebola no centro de emprego em Berlim  Os agentes da polícia usando máscaras ficar na frente de um escritório de emprego em Berlim, Alemanha, 19 de agosto de 2014 A mulher da África foi tratado por médicos de emergência, porque ela era suspeito de ter Ebola. O paciente apresentou sintomas da doença vírus Ebola como febre alta, disse um porta-voz da brigada de incêndio. A mulher foi isolado em uma ambulância, em primeira e vai ser levado para um hospital especial para novo exame médico. Os visitantes do centro de emprego, a princípio não tem permissão para sair do prédio. Foto: MAURIZIO GAMBARINI / DPA
Caso suspeito de Ebola no centro de emprego em Berlim
Os agentes da polícia usando máscaras ficar na frente de um escritório de emprego em Berlim, Alemanha, 19 de agosto de 2014 A mulher da África foi tratado por médicos de emergência, porque ela era suspeito de ter Ebola. O paciente apresentou sintomas da doença vírus Ebola como febre alta, disse um porta-voz da brigada de incêndio. A mulher foi isolado em uma ambulância, em primeira e vai ser levado para um hospital especial para novo exame médico. Os visitantes do centro de emprego, a princípio não tem permissão para sair do prédio. Foto: MAURIZIO GAMBARINI / DPA

A imprensa tem alardeado em todo o mundo a epidemia de Ebola, que está atingindo países do oeste africano (especialmente Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria). Mesmo longe desses países, nós brasileiros não estamos livres da possibilidade de contrairmos a doença, principalmente porque pessoas estão indo e vindo a esses países e com eles pode vir o vírus. Por isso, todo cuidado e conhecimento a respeito do assunto são necessários.

O Ebolavírus é responsável por um dos tipos de febre hemorrágica, uma doença que pode ter altas taxas de mortalidade, e que ainda não tem tratamento específico comprovado. A transmissão do vírus de uma pessoa para outra ocorre por meio de contato com sangue ou secreções contaminadas, isto é, saliva, vômitos, etc, e pode inclusive haver transmissão pós-morte, em que os fluidos corporais do cadáver podem contaminar quem estiver no velório (ainda mais que os rituais de morte nesses países africanos incluem contato da família com o corpo do morto). O vírus pode demorar de 2 a 21 dias para causar os sintomas da doença.

Suspeita-se de que uma pessoa esteja com Ebola quando apresenta: febre, dor no corpo e nas articulações, dor de cabeça, cansaço, perda do apetite, vômitos, diarreia e sangramentos (na gengiva ou nasal, hematomas na pele, sangue nas fezes, etc) e tenha estado em um dos países em que a doença está epidêmica ou tido contato com alguma pessoa doente por Ebola, nos últimos 21 dias.

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O tratamento consiste em alívio dos sintomas e controle das hemorragias. Ainda não existe medicamento eficaz, mas essa semana, dia 12 de agosto, a Organização Mundial de Saúde (OMS) autorizou o uso de um medicamento ainda de ação não comprovada, para tentar diminuir o número de óbitos. Mais de 1.800 pessoas já contraíram a doença em 2014 e mais de 1.000 morreram. Infelizmente, ainda não existe vacina contra o Ebola. Segundo a OMS, não há motivo para pânico mundial, já que a epidemia está em uma única região da África. Porém, os voos para os quatro países africanos supracitados estão sendo cancelados e muitos estrangeiros que moravam na região estão se retirando. Alguns missionários foram contaminados (não brasileiros) e um padre espanhol faleceu. O Ministério da Saúde do Brasil divulgou o plano de ação para o caso de surgirem casos suspeitos. Em Belo Horizonte, o Hospital de referência é o Eduardo de Menezes.

Como Igreja, devemos clamar ao Senhor por proteção para os missionários, salvação desse povo tão sofrido e que cesse a epidemia.
Fotos: Internet
:: Dra. Ana Rute Bloch – Ministério Lucas

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