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Maconha é um presente de Deus, de acordo com depoimento polêmico de filha de pregador

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A moça revela que recusou a droga na primeira vez que um amigo lhe ofereceu

Após dois estados norte-americanos liberarem o uso da maconha para fins recreativos, uma mulher cristã de 39 anos, filha de um pregador, afirmou em entrevista para a rede de notícias CNN que a droga de origem vegetal é um presente de Deus.

Apesar de seu pai ser contra o uso da droga, Aimee Curry acredita que Deus teria colocado a erva no mundo com a finalidade de curar, pois segundo ela a planta ainda que alucinógena, consegue aliviar espasmos dolorosos e duradouros que ela vive até hoje por conta de um acidente de carro vivido em 1992.

A moça revela que recusou a droga na primeira vez que um amigo lhe ofereceu. Contudo, logo que foi incentivada a tragá-la pela primeira vez, se convenceu que poderia se aproveitar de seu benefício moderadamente e apoiar o uso.

Ela acrescenta que respeita a vontade do pai e só usará novamente se suas dores voltarem, mas aponta que a Bíblia só diz para não abusar da droga e não veta de usá-la, decisão que gera controvérsia, já que alguns vários líderes evangélicos se posicionam contra o uso recreativo.
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Como exemplo, o teólogo John Piper, do ministério Desiring God, declarou no início do ano que a Bíblia oferece razões para impedir o uso da maconha, sobretudo ao indicar que o corpo é o templo do Espírito Santo, um tesouro que não pode ser banalizado.

Já Greg Stier, do ministério Dare 2 Share, destacou três motivos para ignorar a droga: o efeito que a maconha pode causar sobre menores de 21 anos, o caminho que droga conduz para a libertinagem e a perda da ligação com o Espírito Santo, já que sob influência do alucinógeno não há mais controle sobre si mesmo.

“Somos chamados de peculiares, diferentes e até mesmo ‘estranhos’ quando nos entregamos à causa de Cristo. Esta peculiaridade brota das escolhas que fazemos ao nadar contra a maré de uma cultura comprometida. Estas escolhas fluem de uma cabeça clara e de um coração puro, o que resulta um peculiar [mas ainda convincente] estilo de vida”, afirma Stier.

Fonte:Cristianpost

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