O mundo, as festas bíblicas e a igreja

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O mundo, as festas bíblicas e a igreja

Estamos vivendo um tempo muito singular na história da humanidade. Vemos o cenário apocalíptico sendo formado com incrível precisão e rapidez. A sociedade cada vez se revela mais depravada. Os homens, em todo o mundo, cometem abominações diante de Deus e se afastam cada vez mais do caminho da ética e dos bons costumes, que preservam a vida e garantem a continuidade da raça humana.

A família está sendo bombardeada para que chegue à falência e as pessoas se percam na própria identidade, tornando-se deformadas no caráter e culpáveis diante de Deus. As crianças perdem a proteção diante da enxurrada de informações que lhe são pesadas demais e lhes tiram a inocência, trazendo medo, insensibilidade e total desprezo por autoridade sobre suas vidas.

O fenômeno desta sociedade que se destrói é mundial. A globalização, ou, em termos bíblicos, “uma só língua falada pelos homens”, tem levado a humanidade a um caos precoce. O que prolifera é o pecado e a desconstrução dos fundamentos que preservam o ser humano e lhe garantem uma vida estável e com esperança.

Olhamos para as nações e vemos os islâmicos tentando o domínio mundial por meio do estabelecimento do califado, um substituto de Maomé nos dias atuais. Que saiam da frente os “infiéis”, que sejam mortos os que se opõem. E, assim, a violência prolifera-se no século XXI.

Jesus nos falou sobre os tempos do fim e disse que “nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros”. É exatamente esse o quadro que está sendo pintado em nossos dias: Escândalos, traição e ódio infundado. Os acontecimentos atuais apenas registram o cumprimento das profecias para o princípio das dores e o preparo da vinda de Jesus. O que vemos é bem diferente do que nossos pais e avós viram na geração deles.
Nesse tempo, o Senhor nos pede apenas que “vigiemos”, estando preparados para a vinda de Jesus. Isto significa estar com as vestes brancas, com o coração limpo e buscando viver em santidade.

Em 26 de setembro foi comemorada a Festa das Trombetas. Um evento anual que Deus mesmo instituiu com a finalidade de despertamento para levar seu povo ao arrependimento. O Senhor deseja perdoar, limpar os corações, dar uma nova chance para que possam acertar e viver uma vida vitoriosa em sua presença. Depois dessa festa, contava-se dez dias para buscar o arrependimento. Dez dias para reflexão e oração a Deus, limpando os corações e buscando viver em sua presença, alegrando o seu coração. E, então se festejava o Yom Kipur, ou seja o “Dia do Perdão”, ou o “Dia da Expiação”. Era um dia muito especial, em que o sumo sacerdote entrava no lugar mais santo da terra: o lugar “santíssimo” ou o “santo dos santos”, onde estava a Arca da Aliança, representando a gloriosa presença do Senhor.

Neste final de semana, estamos vivendo o Yom Kipur (4 de outubro): o dia do perdão, um tempo de promessas, de sopro do Espírito, de renovo, de limpeza, de paz com Deus. Que, em meio a tanto pecado, tanta abominação aos olhos do Senhor, tanto sofrimento por causa da iniquidade, a igreja do Senhor possa marchar em santidade e pureza, porém, em seu posto. Assim o Senhor se refere à Igreja: “Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, pura como o sol, formidável como um exército com bandeiras?” (Ct 6.10). Santidade e ação, eis a descrição da noiva de Cristo!
Querido irmão, é tempo de santidade.

É tempo de buscar a face do Senhor. É tempo de cumprir o seu chamado para esta geração: andar em santidade, anunciar a vinda do Senhor com o shofar profético da Sua Palavra, com o coração quebrantado e perdoado, e desejando o Reino do Príncipe da Paz. Neste tempo profético, mantenha seu coração limpo e em prontidão. Seja um intercessor, um verdadeiro adorador, um atalaia anunciando a vinda do Senhor. Shalom!

:: Pra. Ângela Valadão Cintra

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