Você é para casar ou para se divertir?

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Você é para casar ou para se divertir?

Existe mulher certa para casar? De acordo com uma pesquisa divulgada em março deste ano pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a maioria dos homens brasileiros acredita que sim. Ao serem questionados, 54,9% dos entrevistados responderam que concordam total ou parcialmente com a afirmação de que “há mulheres para casar e outras apenas para levar para a cama”.

Ficou surpresa com o resultado da pesquisa? A mentalidade dos entrevistados reflete uma regra básica em qualquer área de sua vida: o respeito parte primeiramente de você, sempre. Se você quer ser uma profissional respeitada pelo seu chefe, deve mostrar o seu valor para ele. É claro que o respeito é uma obrigação entre pessoas civilizadas, mas não estamos falando aqui do respeito que gera boa convivência. Estamos falando do respeito que revela o seu valor, capaz de fazer o seu namorado pensar em você como esposa ou seu chefe pensar em você como alguém em quem ele confia para assumir responsabilidades maiores.

A profissional de estética feminina Denise Alexandre Santos, de 27 anos, era uma dessas mulheres que não se respeitavam. Ela desconhecia o seu valor. “Eu era muito baladeira, muito namoradeira. Todo final de semana eu ia para a balada e ficava com alguém e, muitas vezes, ia além com essa pessoa”, conta ela, sobre o passado comum a tantas jovens mundo afora. “Bastava eu sentir vontade e já ficava com o cara”, complementa.

O que leva uma mulher a agir assim? Insegurança, falta de amor-próprio e a ilusão de que ao se entregar conquistará um amor para sempre. “Eu procurava um namorado, mas só encontrava desilusão. Os rapazes com os quais eu ficava até me ligavam depois, mas somente para me usar de novo”, diz Denise. O que na hora pode ser bom, depois abre espaço para o vazio. “No momento da balada era muita empolgação. Música, bebida, gente. Mas, depois que eu saía com alguém e no final da noite ia cada um para sua casa, me sentia usada, tinha muito nojo de mim”, confessa.

Só existe um remédio para não ser o tipo de mulher que é somente levada para a cama: uma bela dose de injeção de amor-próprio. Os efeitos colaterais são a melhora na autoestima e tornar-se uma mulher muito mais valorizada por quem a cerca. Não existe contraindicação, todas devem tomar muitas doses diariamente.

Denise não passa um dia sem usar a receita infalível. “Depois que eu aprendi a me dar valor, coloquei um ponto final nesses encontros e baladas. Não era aquela vida que eu queria para mim. Hoje sei como devo me comportar, como devo me vestir e como me valorizar como mulher”, finaliza.

A mulher desvalorizada

– É aquela que acredita em tudo e se entrega de primeira

– Se deixa levar pelo coração e pela emoção do momento. Se apaixona facilmente

– É carente e sentimental, dá bola para qualquer um

– Usa roupas para chamar atenção pelo corpo e não pelo que realmente é

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